sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Chegando no Espírito Santo

Oba!!! Direto para casa dos vovós.




Olá, meu parceiros. Depois da breve passagem pela casa da 'bisa' em Belo Horizonte para descansarmos, seguimos viagem para Vila Velha, no Espírito Santo. "Raciocinei" assim: se na casa da 'bisa' me encheram de carinho, na casa do vô e vó não será diferente. Acertei!!

A viagem foi mais longa do que seria se eu não estivesse junto. Normalmente seriam gastos entre sete e oito horas para cumprir o trajeto tranquilamente até ao nosso destino. Mas vários trechos da estrada estavam em obra, muitos caminhões e cinco paradas para que eu pudesse esticar as patas e ir ao banheiro. Nem precisa dizer que com o calor, eu bebi água tanto durante a viagem, quanto nas paradas. Buscamos, sempre que possível, locais onde havia sombra e uma terrinha ou grama para eu me sentir mais à vontade. As paradas duravam 10 a 15 minutos, nada mais que isso. Afinal, não era só eu que queria ir ao banheiro. He he he.

Minha 'dona de estimação' me observou até a metade da viagem e teve a esperança que eu relaxasse mais e não ficasse todo o tempo de pé. Mas não teve jeito. Lutei contra o sono e nem sequer me sentei apesar de ter o banco de trás só para mim. Apenas a minha cabeça às vezes ficava um pouco pendurada, os olhos fechados... E aquela dor muscular foi inevitável, porém dessa vez minimizada por um remédio de gosto muito ruim que mamys me deu no meio do nosso trajeto.

Vimos tantos locais! Minha 'dona de estimação' parecia mais uma guia turística falando sobre cidades capixabas por onde passávamos como Venda Nova do Imigrante e Marechal Floriano, por exemplo. As casas lá são muito diferentes e bonitas. A colonização predominantemente italiana deu às cidades uma arquitetura bem peculiar. Nunca tinha visto nada parecido até então. Ela também contou que Venda Nova é conhecida pelo Agroturismo, atividade difundida na maior parte das cidades serranas do Espírito Santo. Também achei o portal de Domingos Martins muito charmoso. Lindo mesmo. Ela disse que aqueles locais possuem temperaturas mais amenas. Acho que eu ia gostar. Pois apesar de aproveitar bastante o verão, me dou melhor com os climas frios. Passamos também por um local chamado Pedra Azul, onde ela fez questão de parar. Até tirei foto com a tal Pedra ao fundo, e ela disse que, dependendo da luz, fica mesmo com a cor azulada. Sei não... Mas na verdade ela parou mesmo foi para comprar um negócio que mais parecia um salsichão. Pensei que fosse um petisco gigante. O nome é Socol. É petisco para humanos. Ela não deixou eu provar. Aumpf. Mamys é muito legal. Cuida de mim, me aperta, me beija, me ensina as coisas certas, sempre que pode me leva para esses passeios incríveis, mas quando o assunto é alimentação, ela é super rigorosa. Diz que é para o meu bem. Tá bom.



Quando chegamos em Vila Velha (ufa!!) fomos direto para casa dos avós. Para minha surpresa tenho uma tia que é mais nova do que eu, menor que eu, mais peluda do que eu... Definitivamente me recuso a chamá-la de tia. Prefiro encarar como prima. É a Cristal, que ficou quase o tempo inteiro no colo do vovô. Vovô é o melhor do mundo. Não teve medo de mim, me fez carinho, porém inicialmente protegeu a Cristal segurando-a no colo. Disseram-me que ficou temerosa com meu porte atlético. Acho que o meu tamanho impressiona mesmo! Aos poucos fui conquistando a confiança de todos com meu charme canino. Naquele dia a vovó estava em São Paulo. Mas chegou logo.



Lembram que já comentei em outra AUnotação que deparei-me com duas pessoas que tem medo de cães de grande porte? Pois é. Uma delas é a avó. He he. Não entendo. Uma avó jovem, bonita, que cuida da Cristal feito um bebê, ter medo de um cachorro tão manso feito eu, que só tenho tamanho. Tudo bem. Usei minha técnica de cachorro adorável e conquistador e até ganhei, no fim das contas, carinho dela. He he he. Afinal, sou irresistível. E mamys também se esforça. Au au au au.



A Cristal é cheia de delicadezas. Late muito mais do que eu e ninguém reclama. Se bem que na viagem ninguém reclamou dos meus latidos. Au au. Ela pede colo toda hora. Precisam ver. É muito espertinha e faceira. E parecia até que nunca tinha visto outro cachorro. Eu hem! Acho que ela estava mesmo era com ciúme de mim. Não era medo não. Pois o vô disse que quando ela vai passear, late para todos os amiguinhos que encontra pelo caminho. Comigo rolou aquela cisma por causa do meu tamanho? E olha que o sobrinho da história sou eu. He he he. Sabe o que funcionou? Depois de muito insistir para cheirá-la e brincarmos, fingi que não me importava mais com a sua presença. Até então tudo que pude eu tentei para nos aproximarmos. Fiquei na beirada da piscina, pulei nos braços do vô para alcançá-la, brinquei com ela pelo vão de uma janela, mas nada adiantou. Quando ignorei, ela relaxou e começou a circular tranquilamente pelo jardim da casa onde estávamos. Não deu outra. Finalmente vi Cristal perdendo o medo de mim e até me cheirando.



De qualquer maneira, para não causar traumas caninos, mamys optou por fazer a aproximação de maneira gradativa, aos poucos. Agora, tenho certeza que Cristal já está morrendo de saudade de mim. Pensando no sobrinho adorado, cheiroso, charmoso e grandão. Com quem afinal, ela pode contar para protegê-la contra os cachorrinhos assanhados. Confesso que eu estou também sentindo falta dela. Tão lindinha.... Aliás, saudade é a palavra de ordem. Sinto saudade de todos e dos lugares que visitei. Principalmente do mar. Por falar no mar, na próxima semana conto minhas aventuras na praia.



Lambeijos para vovõ, vovó e Cristal.

Não percam minhas história na semana que vem. Vão ver esse cachorrão furando altas ondas!!

Au au au au.

Zeus






quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Conhecendo minha família humana

Casa da "bisa". Au au. TUDO DE BOM!




Hoje minhas AUnotações são dedicadas a algumas pessoas super especiais. Sempre ouvi minha 'dona de estimação' falar da minha família humana. Mas não tive muitas expectativas em relação aos sentimentos dessas pessoas em relação a mim. É que onde moro, como já contei outras vezes, as pessoas não gostam tanto de cães como a mamys gosta. É sempre aquele papo: 'cachorro é cachorro', 'só pode ficar em quintal', 'se tiver dando trabalho é só dar pra outro'. Se não fosse minha 'dona de estimação'... Aff. Bem, deixemos isso pra lá e vamos ao que é bom. Como sempre faço, demonstrei minha felicidade em estar na casa da 'bisa' com meu jeito de 'eterno filhotão'. E não é que dessa vez deu certo? Au au au au au! Fiquei tão feliz com tanta receptividade que até decidi me comportar como um 'cãovalheiro'. Exceto uns latidinhos que dei com dois amigões vizinhos da casa da bisavó. Ouvi vários elogios sobre meu comportamento. Minha 'bisa' disse que eu sou um cachorro diferente de todos que ela conheceu. Que sou muito educado. E ela falou também que meu latido forte impõe respeito. Auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu. Não poderia ter sido melhor.



Mas não para por aí. Tenho tios humanos. E todos brincaram comigo. Correspondi com muita alegria e amor. Lá, meu 'dono de estimação' até deixou eu dormir dentro de casa, acreditam? Fui mimado demais. O quintal é enorme. Demarquei todo ele, é claro. Afinal, é meu jeitinho especial de deixar registrada minha passagem.



E tem um segredinho: certo dia, enquanto mamys foi resolver algo na rua, ganhei um pedaço de um tal pão sovado de uma tia super legal! Claro que mamys disse que não posso de jeito nenhum comer nada além da minha dieta. Que, principalmente o açúcar, faz muito mal para os cães. Mas foi muito pequenininho, eu juro! A tia caiu naquele meu truque de carente, quando faço cara de 'pidão', com olhar triste e submisso. Se rendeu aos meus encantos. Essa é a verdade. He he he. Ela não é um doce? Meu rabo até girava de tanta alegria. Gostoooooso! E isso comprova aquela máxima de que em casa de avó tudo é sempre muito mais legal!!! Au au au. Sem querer ofender, viu mamys?

Todos quiseram tirar fotos comigo. Um deles, um tio que tem uma voz super grossa, deixou até eu entrar em locais da casa que até então eu não tinha conhecido. Só que com aquele'vozeirão' todo achei que ele estava me dando comandos ou uma pequena bronca. Depois, sentados na escada, batendo um papo, entendi que é só o jeito dele falar mesmo. Ele até disse pra mamys que era pra ela me deixar por lá! Será que estava falando sério? Acho que gostou de mim também.



Também teve o outro tio que brincou comigo no quintal. E aquele que fez questão de tirar uma foto comigo em pé ao seu lado, só para mostrar o quanto sou um labrador grandão e bonitão.

Mamys estava muito preocupada que eu latisse muito. No início, para não causar nenhum tipo de rejeição, me mantive caladinho. Só brinquei, corri e distribuí carinho a todos. Corri com alguns chinelos na boca também. Quem sabe assim as pessoas perceberiam que quero brincar? Porque tem momentos que faço de tudo e ninguém percebe... Todos ficam conversando, comendo e bebendo e se esquecem de brincar comigo. Au au au. Também tentei sair de mansinho com umas roupinhas de outra tia. Mas não deu certo. Mamys logo foi alertada e cortou o meu barato. Aumpf!

Voltando aos latidos. Ouvi a bisa falar que queria que eu mostrasse o meu potencial vocal. Não entendi muito o porque, mas claro que eu não ia deixar de atender um pedido dela, não é? Mesmo mamys dizendo para não estimular, ela insistiu que gostaria de escutar meu latidos. Bem, aproveitei. Aliás, em um dado momento até abusei. Eu e meus amigos da vizinhança. Foi quando mamys começou a me ensinar com petiscos e algumas repetições que ficar caladinho era mais vantajoso para mim. Eu começava a me corrigir e a me comportar novamente. Se o tempo fosse maior, eu ia chegar à perfeição. he he.

No fim das contas saí de lá com a auto-estima ainda mais elevada. Me sentindo "o cachorrão". Além de lindo, muito amado, admirado e bem tratado. Não vejo a hora de voltar!!!! Obrigado a todos da minha família humana!!! Eu já estou morrendo de saudade.

Esses dois aí em cima, com os colares, são os vizinhos com os quais
conversei. Latimos assuntos importantes...

Até AUmanhã com mais histórias da minha viagem.

Zeus

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Em BH: Conheci a Maternau...

...e aprontei.




Ei, meus cãopanheiros. Hoje vou contar nas AUnotações, minha passagem pela Maternau Creche para Cães. Foi o primeiro lugar que conheci quando chegamos em Belo Horizonte. A tia Ludmila Vieira já conversou com o Cãopetente e eu fiquei com muita vontade de conhecer o local. Se ainda não leu a entrevista, aproveite. http://www.caopetente.blogspot.com.br/2013/09/hora-de-ir-para-creche-omercado-pet-no.html



A ideia da mamys era fazer todo o procedimento exigido pela Maternau antes de viajarmos para o Espírito Santo, para que no retorno à Belo Horizonte eu ficasse lá por um ou dois dias. Quando chegamos, fomos recebidos pela tia Cláudia. Eu já estava muito cansado e com algumas dores musculares. Conforme contei ontem nas minhas AUnotações, a curiosidade e a ansiedade com a minha primeira longa viagem de férias eram grandes. Não me deitei. Quando sentia sono, permanecia em pé, apoiado no encosto do banco traseiro do carro.
(Leia: http://www.caopetente.blogspot.com.br/2014/02/memorias-das-ferias-ola-parceiros.html. )

Ao chegarmos na Creche, por volta das 13 horas, o calor era intenso. Todos os fatores, - viagem, calor, ansiedade -, me deixaram um pouco mais nervoso do que normalmente eu ficaria. Mas ainda assim, tudo para mim era uma festa.

Só que aconteceu algo que eu não esperava. Depois que entramos pelo portão da Maternau, meu dono ficou no carro e quem me acompanhou foi a mamys. Claro que imaginei que, como toda vez, ela ficaria lá comigo. Eu já ouvia latidos diferentes e uma infinidade de cheiros que me enlouqueceram. Era muita novidade num único dia Só que a coisa não foi exatamente como eu imaginei. A tia Cláudia pegou minha guia e mamys saiu pelo portão. Simples assim. O que estava acontecendo? Será que viajamos cerca de seis horas para simplesmente eu ser deixado em um lugar totalmente desconhecido? Por que minha 'dona de estimação' foi embora? Lati, tentei me livrar da guia, mas o portão se fechou. Cain, cain...

Depois disso subimos uma escada e os cheiros se misturavam. Minha cabeça e meu faro agora estavam focados nas novidades. Conheci vários cachorrinhos, além das outras tias que cuidaram super bem de mim. Eu seria avaliado. Será que passaria no teste? Será que eu poderia me hospedar na Maternau?

Depois de pouco mais de duas horas de avaliação a boa notícia é que eu havia passado na provinha. Fui um bom cachorro e poderia voltar lá. Minha mamys chegou, foi convidada a subir e aproveitou para tirar algumas fotos com minhas novas amigas. Daí uma outra surpresinha:: quando ela chegou, eu estava brincando com uma linda cadelinha que conheci. Fiquei feliz em revê-la, mas precisava dar atenção a minha nova amiga. Nem dei confiança para mamys, he he. Só que em seguida minha amiguinha saiu do cercadinho onde eu estava e fiquei apenas com duas moças. Uma delas era a Andressa. Nas fotos é a que está de preto, com detalhes rosa e amarelo na camiseta e tênis rosa.



Em um dado momento eu fiquei tão afoito para ir até onde estava a cadelinha que citei, que a tia Andressa resolveu segurar na minha coleira.Tentar me acalmar. E foi aí que eu aprontei! Resolvi que ia dar uma de macho bravo, vocês acreditam? Logo eu, que tenho que ouvir minha 'dona de estimação' contar sempre pra todo mundo que de tão manso, fiquei até amigo de um certo ladrão que invadiu algumas vezes nossa casa... Não sei o que deu em mim. Com mais força que o normal, mas nem tanto para furar, sentei os dentes naquela mãozinha pequena e delicada. E quanto mais ela me puxava, mais eu segurava sua mão. Minha 'dona de estimação' ralhou comigo, passou para dentro do cercadinho e acabou com minha pose de 'cão bravo'. Brigou, disse não e me fez ficar quieto. Tá bom, confesso. Não foi nada bonito. Era pra eu ter fechado a visita com chave de ouro. Minha mamys olhou a mão da tia Andressa que mostrava marcas dos meus caninos. Mas não furei não.

Senti que a mamys inicialmente não conseguiu entender minha atitude. Depois, conversando com a tia Lud, compreendeu que o somatório de novas emoções me causaram um estresse maior que o normal. Aliado a isso, um comportamento peculiar que apresento desde sempre e que, inclusive, minha dona chegou a citar, sem dar muita ênfase, para a tia Cláudia: não gosto de ser contido repentinamente. É como se me sentisse atacado. Quero sempre revidar. Mas nunca cheguei às vias de fato. Só faço aquela carinha de mau que, no geral, não convence ninguém.

Mesmo assim, todos foram super carinhosos e, como estão acostumados a lidar com os mais variados comportamentos, disseram que isso era até normal naquela situação e não seria impedimento para o meu retorno. Só não voltei porque estendemos nossa viagem no Espírito Santo.


Minha 'dona de estimação', posteriormente também avaliou inadequada minha ida imediata para a Maternau. Ela está certa de que eu precisava de um pouco de descanso, antes de enfrentar mais uma novidade e, principalmente, sozinho pela primeira vez em um local desconhecido. Me disse também que talvez tivesse sido melhor ela ter subido junto comigo para que eu não me sentisse tão abandonado no início. Quem sabe isso ajudaria a minimizar um pouco o meu estresse? Claro que permanecendo no máximo uns cinco minutinhos, para que a rotina da Maternau não fosse alterada e outros tipos de estresses não fossem causados, inclusive nos outros cães.

Nós dois aprendemos com a experiência. E eu quero muito voltar lá e conhecer a tia Lud pessoalmente. Só faltou ela. No horário que minha 'dona de estimação' me deixou, ela não estava. Mas a equipe dela é muito legal. E preciso voltar para me redimir com tia Andressa e dar muitos lambeijos carinhosos.

Depois da Maternau seguimos para a casa da minha 'bisa'. Mas antes, meu dono passou no supermercado que fica em frente à Igreja Padre Eustáquio, no bairro belorizontino de mesmo nome. Minha mamys me mostrou o colégio onde estudou e os locais onde sempre ficava na sua juventude, pois foi em Belo Horizonte que ela nasceu. Aproveitei para pedir ao Padre Eustáquio para continuar a nos guiar em nossa viagem. Também pedi perdão ao meu São Chiquinho pelo pecadinho que cometi na Maternau. Aumpf.


Em frente à Igreja Padre Eustáquio, aproveitando para conversar
com meu 'São Chiquinho'. au au

Por hoje é só. Espero que não fiquem decepcionados comigo.

AUbrigado a todos!!!

Até amanhã com novas histórias.

Zeus

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Memórias das férias



Olá parceiros Cãopetentes! Tenho muitas boas lembranças da minha primeira viagem de férias com minha família humana.. Foram 17 dias fora de casa. Não foi muito tempo, mas a intensidade de cada momento foi enorme. Dias de muita alegria, brincadeiras, novidades e aventuras. Conheci Belo Horizonte, a capital mineira, Vila Velha que fica no Espírito Santo, parte da minha família humana e dos amigos da minha 'dona de estimação'. Também conheci a equipe da Maternau. Lembram-se? Aquele hotelz e creche para cães que já colocamos aqui no Cãopetente quando entrevistamos a tia Lud. Mas infelizmente não tive tempo de conhecê-la pessoalmente. Só sua equipe. Aprontei um pouquinho por lá. Não queria contar, mas minha 'dona de estimação' disse que não posso esconder esses detalhes. Mas essa história fica pra outro dia. E tem também a entrevista que dei para a Chloé. A minha amiga felina que tem um Diário na Internet. A tia Rachel Queiroz ajudou e o resultado foi super legal. me senti tão importante!

No fim das contas, acho que fiz sucesso entre todos eles. Até as duas pessoas que dizem ter medo de cachorros grandes, assim como eu, cederam aos meus encantos e fizeram carinho em mim. Mesmo com o corpo distante da mão alguns bons metros. He he he he. Acho que era uma espécie de alongamento. Au au au.

Começo contando sobre a viagem propriamente dita. Na ida tudo foi mais longo que o normal. Meu dono parou várias vezes para ainda trabalhar pelo telefone. Aff. A viagem foi feita em duas etapas. Parada em Belo Horizonte na casa da bisavó para dormir e depois seguimos para o Espírito Santo. Um detalhe: se casa de avó sempre é muito legal, imaginem casa de bisavó...  A praia é algo incrível. E fiz o que todos fazem, mesmo escondidinho: provei a água para saber se era salgada mesmo. No volta a mesma coisa. Dividimos a viagem para não ficar muito pesada. Mas foi só lucro.

O carro estava todo paramentado com equipamentos para segurança de todos. Usei cinto de segurança próprio para cães, nas janelas grades para eu não ficar com o focinho fora da janela (aff), além de uma outra grade que me separava dos meus donos. Nem concordei muito com isso. Achei um excesso, sabem? Me explicaram que é por causa das lambidas que eventualmente dou no meu dono e que isso poderia distraí-lo na direção. Mas são lambidas tão rápidas... Também disseram que quando eu me empolgo com algo que vejo pelo vidro da frente,tento pular e, mesmo com o cinto limitando meus movimentos, posso atrapalhar. Acho um exagero, mas fazer o que, não é mesmo?

Vamos voltar à estrada. Paramos algumas vezes para que eu esticasse as patas, farejasse novidades pelo caminho, e lógico, demarcasse minha passagem. Estava tão ansioso com tudo novo que não relaxei. Minha mamys se esforçou, Tentou petiscos, carinho, mas nada. Quando o cansaço batia eu dormia era em pé mesmo. Nunca tinha feito uma viagem mais longa, como essa. Minha curiosidade me rendeu uma dor muscular. No fim das contas, para subir no carro eu nem pulava mais. Era bem devagar mesmo. Acho que deve ser a mesma dor nas costas que ouço algumas pessoas dizerem que sentem. Aummpf. Mas passou logo. Queria saber mesmo é de me divertir.

Durante a viagem, nos horários mais quentes, minha 'dona de estimação' molhava minha nuca e patas. Achava uma delícia. também bebi bastante água. A foto que estou dormindo esticado no banco foi feita na volta pra casa. Aprendi que não precisava ficar tão ansioso e que o melhor era dormir quando o sono chegava bem confortavelmente esticado no banco de trás. Sempre com o cinto de segurança. Nesse caso, cheguei sem dor e nem vi o tempo passar. Antes de voltarmos, em Vila velha, minha mamys perguntou ao tio Marcelo Athadeu, veterinário da minha falecida irmã Brigite, se não seria legal me dar um medicamento para relaxar. Ele achou melhor não. Disse que eu aprenderia e que seria ruim administrar medicamento para isso, já que a viagem era de carro e que fazíamos paradas sempre. E ele estava certo.

Bem, por hoje é só isso. Depois conto as minhas outras aventuras. Agora vejam minhas fotos no carro. Vou sugerir à mamys que façamos um álbum de retratos para eu poder admirar e relembrar minha primeira viagem de férias.

Lambeijos a todos.

Zeus









domingo, 2 de fevereiro de 2014

Nossas 'Dicas Cãopetentes' para você não se esquecer.


Parte II

(De 16 de janeiro a 02 de fevereiro)





















Os nossos consultores e parceiros das super dicas para o verão já são velhos conhecidos nossos. Quem acompanha o blog certamente já leu as matérias com o médico veterinário Daniel Martins e com a bióloga e educadora de cães, Isabela Jardim. Quem ainda não leu, passeie pelo blog e dê uma conferida porque eu garanto que vale a pena. 

- Daniel Ribeiro Martins, é formado em 2008 pela Faculdade de Jaguariúna, São Paulo. Atua na clínica médica e cirurgia de pequenos animais. Veterinário de cães e gatos, está concluindo pós-graduação em Clínica Cirúrgica, na Quallitas, em Campinas. Antes atendia em domicílio. Mas agora está investindo numa clínica e logo, logo atenderá na Zona Leste de São Paulo. Possui uma página no Facebook chamada Parágrafo Veterinário. É entrar e curtir para ter dicas de saúde bacanas e úteis. 

-  Isabela Jardim, é formada em biologia e trabalha com adestramento há mais de três anos. Seu interesse em treinar cães começou quando ganhou sua primeira cadela, a Sabrina. Ela começou fazendo truques com Sabrina e achou tudo muito fácil. Mostrou aos amigos e estes começaram a pedir que fizesse o mesmo com seus cães. Sua página no Facebook, Bela Educadora de Cães, sempre nos presenteia com informações importantes sobre comportamento animal. 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Nossas 'Dicas Cãopetentes' para você não se esquecer.


Parte I

(De 31 de dezembro a 15 de janeiro)

















Os nossos consultores e parceiros das super dicas para o verão já são velhos conhecidos nossos. Quem acompanha o blog certamente já leu as matérias com o médico veterinário Daniel Martins e com a bióloga e educadora de cães, Isabela Jardim. Quem ainda não leu, passeie pelo blog e dê uma conferida porque eu garanto que vale a pena. 

- Daniel Ribeiro Martins, é formado em 2008 pela Faculdade de Jaguariúna, São Paulo. Atua na clínica médica e cirurgia de pequenos animais. Veterinário de cães e gatos, está concluindo pós-graduação em Clínica Cirúrgica, na Quallitas, em Campinas. Antes atendia em domicílio. Mas agora está investindo numa clínica e logo, logo atenderá na Zona Leste de São Paulo. Possui uma página no Facebook chamada Parágrafo Veterinário. É entrar e curtir para ter dicas de saúde bacanas e úteis. 

-  Isabela Jardim, é formada em biologia e trabalha com adestramento há mais de três anos. Seu interesse em treinar cães começou quando ganhou sua primeira cadela, a Sabrina. Ela começou fazendo truques com Sabrina e achou tudo muito fácil. Mostrou aos amigos e estes começaram a pedir que fizesse o mesmo com seus cães. Sua página no Facebook, Bela Educadora de Cães, sempre nos presenteia com informações importantes sobre comportamento animal.